Por que fazer uma pós-graduação em Neuropsicopedagogia

Por que fazer uma pós-graduação em Neuropsicopedagogia

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A pós-graduação em Neuropsicopedagogia tem sido muito buscada por profissionais que desejam crescer profissionalmente nessa área. Mas você sabe quais são os profissionais que podem fazer essa especialização e quais são os principais motivos para escolher esse curso?
 
Quem pode fazer pós-graduação em Neuropsicopedagogia?
 
A Neuropsicopedagogia é uma ciência com foco na aprendizagem, relacionada aos estudos das Neurociências com os conhecimentos da Psicologia e da Pedagogia.
 
No entanto, embora seja buscado principalmente por pedagogos e psicólogos, o curso de pós-graduação em Neuropsicopedagogia é voltado também para outros profissionais da educação e saúde, como terapeutas ocupacionais, fonoaudiólogos etc.
 
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O curso de Neuropsicopedagogia é dividido em duas áreas de atuação: institucional e clínica. Isso justifica o interesse de diversos profissionais de áreas de formação diferentes por essa especialização. 
 
Em geral, a pós-graduação em Neuropsicopedagogia é escolhida por diretores, coordenadores, supervisores e orientadores que atuam na gestão escolar. Profissionais graduados em Pedagogia, Psicologia, Fonoaudiologia, Serviço Social, Terapia Ocupacional e outros profissionais (portadores de diploma de curso superior) que atuam na área educacional e da saúde também escolhem essa especialização.
 
Quais os principais motivos para fazer uma pós em Neuropsicopedagogia?
 
Os motivos para fazer uma especialização em Neuropsicopedagogia podem variar dependendo do histórico do profissional, sua área de atuação e as exigências do seu dia a dia. No entanto, algumas motivações estão presentes na maioria daqueles que optam por essa formação:
 
  1. Estar habilitado para avaliar crianças e adolescentes com queixa escolar, apontando suas habilidades, competências e dificuldades.
  2. Ser capaz de fazer uma intervenção nas áreas relacionadas à aprendizagem e, se necessário, encaminhar a outros profissionais casos que não façam parte de sua atuação profissional.
  3. Estar habilitado para propor exercícios de estímulos aos pacientes/alunos que auxiliem as atividades cerebrais.
  4. Ser capaz de solicitar exames cerebrais, fazer análise e acompanhamento por determinado tempo, com intuito de melhorar o processo de aprendizagem.
  5. Diagnosticar e receitar medicações ao indivíduo, se necessário.
  6. Ser capaz de indicar o caminho a ser trilhado pelos alunos com dificuldades ou distúrbios de aprendizagem.
  7. Ser capaz de identificar, prevenir, diagnosticar e tratar, com base nas neurociências, possíveis alterações que interfiram na aprendizagem.
  8. Ter condições de atuar em contextos educacionais por meio da obtenção de conhecimentos de psicopedagogia, neurologia e psicologia cognitiva e pedagógica, tornando-se apto para o trabalho com as dificuldades de aprendizagem dos alunos atendidos.
  9. Contribuir para o desenvolvimento de melhores métodos de ensino através da aquisição de informações, conhecimentos e intervenções nas crianças com transtornos e dificuldades do ato de aprender. 
  10. Ser capaz de, efetivamente, ajudar alunos que sofrem com dificuldades na leitura e escrita, dificuldades no raciocínio lógico e matemática, distúrbios da concentração e atenção (TDAH – transtorno do déficit de atenção com hiperatividade, limitrofia, TOC – transtorno obsessivo compulsivo, ST – síndrome de Tourette), problemas receptivos e de processamento da informação.
 
Se esses motivos fazem você querer fazer uma especialização em Neuropsicopedagogia na USCS, não espere mais. Há uma demanda altíssima. Escolher uma boa universidade para sua pós-graduação é começar do jeito certo.