Quais são os cuidados que precisam ser tomados quando se fala de nutrição parenteral


Postado em 12/02/2020



Em uma internação hospitalar, o paciente passa por uma série de procedimentos que acabam prejudicando a sua alimentação e afetando diretamente sua absorção de nutrientes. É por isso que a nutrição parenteral é tão importante; sua ação no combate à desnutrição é essencial no dia a dia do paciente internado.
 

As pessoas que estão internadas em leitos hospitalares, seja por causa de cirurgias, infeções ou traumatismos, acabam sofrendo com a desnutrição. Muitos desses pacientes costumam perder peso rapidamente, e isso é uma grande preocupação, já que nossa alimentação é um dos fatores mais importantes para a nossa saúde. Por isso, tem crescido a necessidade de os hospitais terem nutricionista com essa especialidade, para que aqueles que se encontram internados tenham um atendimento de qualidade.

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Papel do nutricionista na aplicação da nutrição parenteral
 

Dentro do hospital, o nutricionista será o responsável por administrar os nutrientes através da via endovenosa e, dessa forma, garantir aos pacientes refeições adequadas. A alimentação é o ponto crucial da manutenção da saúde dentro de uma intervenção hospitalar, seja qual for o motivo que levou a pessoa a ser internada.
 

O profissional utiliza os micro e os macronutrientes, e essa alimentação pode ser feita tanto pela via central quanto pela periférica. A dieta adequada garante ao paciente sua estabilização clínica e o direciona para a cura, diminuindo também o impacto da doença em sua saúde física.
 

O intuito da nutrição parenteral é combater a desnutrição nos leitos hospitalares e melhorar a imunidade do paciente, contribuindo assim para a sua melhora clínica e evitando possíveis complicações decorrentes de seu quadro de saúde.
 

Os cuidados que o profissional precisa ter
 

Antes de submeter o paciente à alimentação parenteral, o nutricionista precisa se preocupar em avaliar os indicadores de risco. É preciso verificar se houve perda de peso significativa, se há a impossibilidade de ingestão de 60% das necessidades alimentares pela via enteral ou oral, e verificar se a albumina sérica está abaixo de 3 g/DL.
 

A avaliação nutricional também é mais do que necessária, já que é preciso entender as necessidades nutricionais, fazer um balanço hídrico, solicitar exames laboratoriais (hemograma, por exemplo) e avaliar qual é a enfermidade de base.
 

Após a implementação da alimentação parenteral, o nutricionista precisará acompanhar se o método tem sido bem aceito pelo paciente, verificar se o cateter está em pleno funcionamento e evitar complicações, como infecções em decorrência de um material contaminado.
 

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