Nutrição comportamental: aspectos fisiológicos e emocionais são levados em consideração

Nutrição comportamental: aspectos fisiológicos e emocionais são levados em consideração

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No mundo da nutrição, há uma série de metodologias e técnicas voltadas para uma infinidade de objetivos. As pessoas procuram um nutricionista para conquistar o corpo perfeito ou para amenizar um problema de saúde. Diante de um cenário com uma diversidade de métodos, a nutrição comportamental vem ganhando um espaço cada vez mais sólido, já que se baseia em equilíbrio da saúde, e não só no emagrecimento.
 

Nutrição comportamental
 

Primeiro, precisamos explicar o que é, de fato, a nutrição comportamental. Esse campo de estudo trabalha os aspectos fisiológicos e emocionais da alimentação, ou seja, procura estudar a nossa relação com a nutrição. Por meio da avaliação do paciente, o nutricionista consegue estudar o que leva esse paciente a comer, como ele se relaciona com isso.
A nutrição comportamental trata da alimentação de forma mais profunda e abrangente, sem ter o foco em objetivos estéticos, mas na restauração da qualidade de vida.

 

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Embora as pessoas que têm transtornos alimentares sejam um importante público-alvo da nutrição comportamental, não são o único. As sessões são diferentes das consultas habituais e podem ser descritas como se fossem uma terapia mesmo. O paciente pode tratar uma série de questões com o nutricionista, como:
 

•    reeducação alimentar;
•    medos;
•    quadros de ansiedade relacionados à alimentação;
•    traumas.

 

O foco é tratar comportamentos disfuncionais, por isso, o nutricionista não prescreve dietas. O foco é reorganizar e planejar uma alimentação adequada, que supra as necessidades do paciente e ainda seja eficiente no tratamento do problema principal.
 

O paciente poderá ter uma equipe multidisciplinar, incluindo endocrinologista e psicólogo, que também acompanharão o seu processo. O nutricionista, porém, é a peça-chave para o tratamento.
 

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