Estudo indica que crianças que são forçadas a comer têm maior chance de desenvolver obesidade

Estudo indica que crianças que são forçadas a comer têm maior chance de desenvolver obesidade

image


A educação alimentar é desenvolvida dentro de casa. É responsabilidade dos pais ensinar as crianças a fazer as refeições corretamente e a dar valor aos alimentos. Porém, segundo estudos recentes da Universidade da Carolina do Norte, nos Estados Unidos, o hábito de fazer as crianças limparem o prato pode ser um dos fatores do desenvolvimento da obesidade infantil.
 

Na verdade, muitos pais fazem isso pautados na antiga crença popular de que criança gordinha é sinônimo de boa saúde. Por isso, cria-se o mito de que não se pode deixar nenhum grãozinho no prato.

VEJA TAMBÉM:

Ministério da Saúde cria guia alimentar para crianças de até dois anos

Estímulos, além dos fisiológicos, que originam a vontade de comer

Compulsão alimentar durante a quarentena

O fortalecimento do sistema imunológico através da alimentação

Nutrição materno-infantil
 

A obesidade infantil tem consequências que afetam a vida adulta, pois a criança pode desenvolver quadros irreversíveis de doenças como diabetes e hipertensão, entre outras. O ideal é educar a criança para que ela entenda a importância de se alimentar sem exageros e de comer porções que realmente a satisfaçam.
 

Para melhorar ainda mais a educação nutricional da criança, os pais podem optar pelo acompanhamento de um nutricionista materno-infantil. A orientação do profissional, em muitos casos, pode ser crucial para a manutenção da saúde na infância, e seus benefícios irão se estender para a vida adulta.
 

O profissional especializado em Nutrição Materno-Infantil
 

O mercado de trabalho está cada vez mais competitivo, exigindo dos profissionais um aperfeiçoamento constante e o aumento de sua qualificação através da escolha de uma especialização. A característica generalista dos cursos de graduação em Nutrição não permite que sejam abordados diversos temas com profundidade, o que torna necessário o estudo continuado por meio dos cursos de pós-graduação.
 

 Pós-graduação em Nutrição Materno-Infantil da USCS
 

Por meio de aulas expositivas, seminários, trabalhos individuais e em grupo, análise de casos, debates e comentários sobre textos científicos, abordam-se os diversos aspectos da prescrição dietoterápica, da bioquímica e da fisiopatologia até as propostas mais recentes da dietoterapia. Além disso, são realizadas discussões sobre as características epidemiológicas e as medidas específicas de promoção da saúde e prevenção de doenças durante a gestação e a infância.
 

Saiba mais sobre a Pós-graduação em Nutrição Materno-Infantil: http://bit.ly/2Nv4XAp