Ansiedade e depressão: como se proteger dessas ameaças invisíveis

Ansiedade e depressão: como se proteger dessas ameaças invisíveis

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Ansiedade e depressão já foram descritas como o mal do século. A Organização Mundial da Saúde diz que 33% da população mundial sofre de ansiedade, e diz também que os brasileiros são os mais ansiosos do mundo. No Brasil, o relatório São Paulo Megacity Mental Health Surve, realizado em 2014, mostrou que a região metropolitana de São Paulo possui a maior incidência de perturbações mentais no mundo — 29,6% dos paulistanos e moradores da região metropolitana sofrem de algum tipo de perturbação mental, de acordo com a pesquisa.
 
O relatório de 2019 da OMS apontou o Brasil como o país mais ansioso do mundo — são 18,6 milhões de brasileiros ( 9,3% da população) convivendo diariamente com este transtorno mental. O título não é inédito, em 2017 o Brasil já havia conquistado o título de país mais ansioso do mundo.
 
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Embora já tivessem uma alta taxa de incidência, ansiedade e depressão aumentaram muito durante a pandemia.
 
Uma publicação da Fio Cruz informa que, de acordo com pesquisa da UEFJ e publicada na The Lancet, “os casos de depressão aumentaram 90% e o número de pessoas que relataram sintomas como crise de ansiedade e estresse agudo mais que dobrou entre os meses de março e abril deste ano”.
 
A OPAS, organização ligada à Organização Mundial de Saúde, divulgou um alerta para os altos níveis de depressão e pensamentos suicidas em trabalhadores de saúde na América Latina durante a pandemia.
 
Fato é que “a doença marcada por extrema tristeza, autodesvalorização, desesperança e pensamentos suicidas” — como escreve Antônio Geraldo da Silva, presidente da Associação Brasileira de Psiquiatria — avança sobre a população, inclusive nos mais jovens.
 
Estudiosos já falam numa explosão da ansiedade entre os mais jovens e o psiquiatra Fernando Asbahr, do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo, estima que cerca de 10% das crianças e dos adolescentes já sofrem de ansiedade.
 
Parece pouco, mas depressão na adolescência é coisa séria e — já que a maioria dos casos de ansiedade não são tratados adequadamente e podem evoluir para uma depressão — o número de jovens deprimidos cresce ano a ano.
 
Como se proteger de ameaças invisíveis como depressão, estresse e ansiedade?
 
A psicologia é a ciência mais apta a ajudar uma pessoa a superar um quadro de depressão ou ansiedade. Dentre as várias abordagens da Psicologia, uma das mais adequadas para tratar depressão e ansiedade é a Psicologia Analítica — ou Psicologia na abordagem junguiana.
 
Cristiane Vilaça, uma psicóloga junguiana, diz que “não há regras ou determinações específicas para as questões que possam ser trabalhadas com essa teoria” e reforça que a abordagem de Jung é adequada para tratar de qualquer problema, independente de sua natureza.
 
No entanto, ao trabalhar  com o indivíduo em sua totalidade, incluindo sua vida em comunidade sempre dentro de um contexto coletivo, a Psicologia de Jung se mostra especialmente eficaz para ajudar pessoas que estão lidando com depressão, ansiedade, estresse ou em busca de um autoconhecimento profundo.
 
É por isso que a USCS coloca à sua disposição a Pós em Psicologia Analítica: abordagem junguiana. É interesse nosso capacitar cada vez mais terapeutas nessa abordagem tão eficaz — principalmente, em um país de ansiosos.
 
Se você tem interesse no assunto, acesse o nosso site e conheça nossa Pós USCS que está contribuindo para formar uma nova geração de terapeutas junguianos.