A atuação do Fisioterapeuta na UTI

A atuação do Fisioterapeuta na UTI

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Em uma de suas aulas de Condutas Fisioterapêuticas, o professor e coordenador da Pós USCS em Fisioterapia Hospitalar e Emergência, Daniel Alveno pergunta aos alunos: O que eu desejo para o meu paciente? Em seguida ele passa a falar sobre aquelas coisas que devem ser o objetivo do fisioterapeuta ao tratar pacientes com graves enfermidades e limitações.
 
“Esse paciente vai precisar de alívio de sintomas” — diz o professor — “melhora da sua função, autonomia e qualidade de vida”. E conclui dizendo que todas as condutas fisioterapêuticas terão como objetivo esses quatro pontos.
 
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O professor passa a falar das várias técnicas à disposição do Fisioterapeuta para alcançar esses quatros objetivos principais. É exatamente a capacidade do profissional de Fisioterapia em promover alívio de sintomas, melhora da função, aumento da autonomia e qualidade de vida que faz ser indispensável a atuação do fisioterapeuta nos centros de unidade de terapia intensiva.
 
No estudo Physiotherapy performance at UTI os pesquisadores afirmam que o trabalho do fisioterapeuta dentro da UTI “é indispensável para a diminuição dos efeitos deletérios advindos do imobilismo prolongado e afecções clínicas”.
 
O estudo publicado em 2020 atestou “a eficácia das condutas fisioterapêuticas na melhora clínica, funcional e no ganho de força dos pacientes que receberam tais intervenções”.
 
Além disso, foi observado que o trabalho dos fisioterapeutas na UTI contribuiu para a redução do tempo de internação, das morbidades adquiridas no período de internação e favorece também a qualidade de vida dos pacientes após a alta hospitalar.
 
O objetivo da Pós USCS em Fisioterapia Hospitalar e Emergência é capacitar os profissionais da fisioterapia para que consigam atuar desde o momento de internação até a alta hospitalar, mesmo que seu cliente passe por diferentes unidades e enfermarias nas mais diferentes condições de saúde.
 
Isso inclui a capacitação para atuar dentro da UTI. Embora o COFFITO (Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional) só tenha reconhecido a especialidade de Fisioterapia em Terapia Intensiva em 2011, através da Resolução nº 402, a importância do atendimento fisioterapêutico dentro dos hospitais é amplamente reconhecida desde a década de 70.
 
Mas a resolução de 2011 foi importante para estabelecer que a função do fisioterapeuta que trabalha nas UTIs inclui:
  • Fazer a avaliação fisioterapêutica dos pacientes;
  • Realizar a mobilização de pacientes críticos;
  • Promover o treinamento muscular respiratório;
  • Realizar técnicas de expansão pulmonar;
  • Fazer o monitoramento da ventilação mecânica, invasiva e não-invasiva.
Se você é um fisioterapeuta e se interessa pelo assunto e quer estar habilitado para trabalhar dentro de uma UTI, saiba que a  Pós USCS em Fisioterapia Hospitalar e Emergência é o curso que vai fazer isso por você.
 
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